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Sexta-feira, Novembro 21, 2008

De que adianta? Nada. Nem mesmo um mínimo fiasco de prazer. Nada adianta. É como se fosse a última colher de brigadeiro, o último gole de água gelada em um dia de calor, um último olhar na praia antes que termine o dia. Repito: nada adianta. Não vais entender, nem se quiser. Diga se vale conseguir alcançar o seu maior sonho destruindo outros, causado entre tantas discórdias? Teu retrato, teu espelho, tua vontade e teu travesseiro: teu consolo singular.

Ondes andará?

Marcela Haun // Para os meus maiores sonhos
postado por às 10:17 PM

Segunda-feira, Junho 09, 2008

Hoje eu fui até a casa de grades brancas daqui do quarteirão. Não é a primeira vez que passo por lá, porque, além de ser no quarteirão da minha casa, a Luna, minha cachorrinha, é louca por um cachorro galã de lá, o Tupi. Mas, já disse à ela que o cachorro não quer nada com ela, porque ele me dá mais atenção do que para a coitadinha. Mas, isso não é o assunto principal. Bom, lá tem 23 gatos, sendo que 18 moram lá e o restante, é só gato de rua querendo comida e sossego. Pois bem; hoje eu fui à casa para mostrar à Luna o quanto o Tupi é um cretino. Já até comentei aquela história de A Dama e o Vagabundo, sabem? Mas, ela só ficou me olhando com uma cara de quem não estava dando a mínima. Ignorei-a e soltei a coleira. Mas, eu vou pausar, para enfatizar o meu erro: soltar a coleira. Não, nada de atropelamento. Porém, a bichinha foi correndo para a tal casa. Como as grades são espaçosas, a Luna coube e entrou, abanando o rabo para todos os gatos que via pela frente. Foi quando aquele siamês metido fez qui-qui pra Luna. Sabe?! Aquele barulhinho irritante de quando o gato está com raiva... A fofinha pensou que ele queria brincar e foi correndo, atirando-se como uma bola. Foi aí que o gato levantou a pata peluda dele e quase arranhou o focinho dela. Nessa hora, a minha vontade foi de pegar a primeira pedra gigantesca que eu visse pela frente e tacar bem na cara daquele gato. Mas, foi só vontade mesmo. O que eu fiz foi tacar uma pedrinha pequenininha mesmo.

obs.: Não me esqueço, D. Alice, enquanto passávamos por essa casa, de a senhora dizendo que as plantas tinham vida e que até espirravam. O curioso é que antes, eu não ouvia. Ultimamente é que ando ouvindo; ou serão seus? Com muito carinho,
Marcela Haun // Para D. Alice
postado por às 9:02 PM

Segunda-feira, Junho 02, 2008

É salgada.
Talvez por bocejo, por curiosidade de criança. Espera até percorrer por todo o rosto, entre curvas e até rugas. Pelo paladar, tira a conclusão: realmente. Talvez seja uma das melhores, por não ter tanta importância, por poder marcar a nossa infância.
É doce.
Doce como mel, um sorriso, uma gargalhada. Daquelas bem dadas e gostosas. Doce de dar gosto, de sonho. Se não achar a melhor, és louco. A que se faz parar o mundo todo para apreciar, para sentir. É a da mãe pelo filho que acabara de lhe dar uma carta de amor. Fé e açúcar.
É amarga.
Como fel. Dolorida, que parece nunca passar. De tão amarga, chega a perfurar toda a maçã do rosto. Chupa toda a esperança, a razão. A de perder um filho ou uma mãe. Coração dói, parece nunca cicatrizar. Chega a causar ódio, depressão.
É lágrima.
Muito molhada.

Marcela Haun // Lágrima
postado por às 3:49 PM

Quarta-feira, Janeiro 30, 2008

Tinha mãos de jardineiro quando tratava de amor.
Tenho amor pro porto inteiro, meu peito de remador.
Tinha nó de marinheiro quando amarrava um amor.
Mas há recantos guardados, nos sete mares rasgados,
Sete pecados tão bons.

Onde andará?

adaptado por Marcela Haun // Onde andará?

Chico Buarque - Nicanor
postado por às 8:46 PM

Quarta-feira, Dezembro 26, 2007

E somente isso vinha à minha cabeça: 322, sala 322!. Repetia várias vezes para decorar a frase. Era no colégio Cristo Redentor, mais conhecido como Academia. Tinha enfrentado junto de mais 2 ônibus uma viagem de Goiânia (Goiás) para Juiz de Fora (Minas Gerais). E 20 horas dentro de um ônibus não é fácil não, meu irmão. Eu, mais duas amigas (Aline e Juliana) e um amigo (Saci). Até chegar ao Victory Business Hotel, liberar um quarto triplo para eu e as meninas e tomarmos um banho, demorou mais 30 horas. É, exageros fazem parte quando conta-se uma história dessas. E é aí que chego à frase 322, sala 322!.
Não conhecia ninguém aonde faria a prova do vestibular seriado PISM (afinal, foi para isso que enfrentei o ônibus e suas 20 horas). Insegura, cheguei 1 hora antes do horário da prova. E fiz bem, pois o colégio era imenso. Cristo Redentor ficava no alto de um morro da cidade. Além de ter de subir o morro inteiro para chegar à tal Academia, minha sala ainda ficava no 3º andar (acho que se eu fosse mudar pra Juiz de Fora, teria essa vantagem: seria magra, pois nunca vi tanta euforia e disposição igual ao dos mineiros para subir morros e ainda, enfrentar 890 degraus). Chegando na sala, encontrei 28 carteiras enfileiradas. Procurei meu nome em algumas delas, nervosa. Achando, logo fui colocando as minhas trezentas canetas na mesa (mamãe foi cautelosa sobre esse assunto e me avisou que se 1 caneta falhasse, poderia ficar sem fazer a prova, me fazendo decidir adotar trezentas canetas). Perguntei à um fiscal onde era o banheiro feminino do 3º andar, e foi aí que desisti da vida, quando me disse que não sabia onde ficava nenhum banheiro ou bebedouro. Voltei à minha sala e sentei. Olhava para o relógio no alto do quadro-negro e ficava ansiosa para dar 13 hrs (que seria o horário da prova de Língua Portuguesa e Literatura).
postado por às 5:54 PM

Sexta-feira, Dezembro 14, 2007

Chico Buarque, meu herói nacional.
Chico Buarque, gênio da raça.
Chico Buarque, salvação do Brasil.

A lealdade, a generosidade, a coragem. Chico carrega grandes cruzes, sua estrada é uma subida perigosa. Seu desenho é prisco, atlético, ágil, bailarino. Let's dance! Eterno, simples, sofisticado, criador de melodias bruscas, nítidas, onde a Vida e a Morte estão sempre presentes, o Dia e a Noite, o Homem e a Mulher, tristeza e alegria, o modo menor e o modo maior, onde o admirável intérprete releva o grande compositor, o sambista, o melomano inventino, o creador, o grande artista, o poeta maior Francisco Buarque de Hollanda, jogador de futebol, o defensor dos desvalidos, dos desatinados, das crianças que só comem luz, que mexe com os prepotentes, que discute com Deus e mora no coração do povo.
Chico Buarque Rosa do Povo, seresteiro poeta e cantor, que aborrece os tiranos e alegra a tantos, tantos...
Chico Buarque Alegria do Povo, até seu fox-trote é brasileiro. Zona Norte, Malandragem, Noel Rosa, Sinuca, Neruda, Futebol, tudo canta na tua inesgotável Lyra, tudo canta no martelo.
Bom Tempo, Bota água no feijão, Pra ver a banda passar, vem comer, vem jantar, menino Jesus, dia das mães, vou abrir a porta, Deus, Pai, afasta de mim esse cálice de vinho tinto de sangue, Chico também não evitou os assuntos escabrosos, sangue, tortura, derrame, hemorragia...
Houve um momento em que temi pela tua sorte e te falei, mas creio que o pior já passou.

Chico Buarque do povo.
Fla Flu, calça Lee, carradas de razão.
Mamão, Jacarandá, Surubim.
Macuco não, Pierrot e Alerquim.
Você é tanta coisa que nem cabe aqui.
Inovador, preservador, reincarnado, redivivo.
Mestre da língua.
Cabelos negros.
Olhos de gatão selvagem
Dos grandes gatos do mato.
Olhos glaucos, luminosos.
Teu sorriso inesquecível.
Ó Francisco, nosso querido amigo,
Tuas chuteiras caminham numa estrada de pó e esperança.

Tom Jobim, Nova York - Outubro 89
postado por às 6:25 PM

Quarta-feira, Dezembro 12, 2007



Paris, Je T'aime
Um dos lugares mais surpreendentes,
Uma cidade totalmente romântica,
Um bom lugar para deitar à margem do Sena.
postado por às 12:36 AM

Sexta-feira, Novembro 30, 2007

Então dizia:
"E por um minuto, vi sua imagem entrando na minha loja. Mas você passou reto e vagamente, vi você entrando na loja da frente: LOOK! Quem sabe o destino nos dê uma outra chance? Estou te observando agora, mas não me procure. Dê um sorriso apenas! E quer saber de uma coisa? Você combina com margaridas! Te espero com carinho, Ele."
Ela irá.

// Marcela Haun
postado por às 8:05 PM

Terça-feira, Novembro 13, 2007

Minha maior vontade?
Quando eu tiver o meu carro,
vou tirar um dia de inverno,
procurar uma pessoa agradável no sinaleiro
e seguir até a sua casa,
pra depois parar e algum lugar e tomar um bom café.

Minha Maior Vontade // Marcela Haun
postado por às 9:00 PM

Sábado, Novembro 10, 2007

Mude.
Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente,
observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira pra passear livremente na praia,
ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma do outro lado da cama...
Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV, compre outros jornais...
Leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos.
Escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia,o novo lado, o novo método, o novo sabor,
o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais.
Vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida.
Compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado... Outra marca de sabonete, outro creme dental...
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro,
compre novos óculos, escrevas outras poesias.
Jogue fora os velhos relógios,
quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros,
outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se que a vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um novo emprego,
uma nova ocupação, um trabalho mais light,
mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas.
Mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento,
o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!

Mude // Filtro Solar
postado por às 5:19 PM

Sexta-feira, Novembro 02, 2007

Para todas àquelas que se encontram na mesma situação, e à Thais!

_Thais, e se eu não arrumar ninguém?
_Marcela, pára com isso.
_Se eu não arrumar ninguém, é porque eu estou feia. Thais, agora que eu estou percebendo. Só chove feio pra mim...
_Aiaiai... Bonitos não rolam, Marcela. Só servem para olhar! Pra namorar? Sai fora! Prefiro os feios.
_É verdade... Mas, só chove feio cagado pra mim! Cadê os feios arrumadinhos? T-H-A-I-S! Eu sei qual é o meu problema! Eu sou uma feia cagada, e não uma feia arrumadinha... Por isso só vem feio cagado pra mim, porque feio cagado escolhem feia cagada e feio arrumado escolhe feia arrumada. Então: EU SOU UMA FEIA CAGADA!
_Marcela! Você está me assustando...
_Thais, já pensou? Eu com 40 anos e ainda virgem? Não que eu queira perder a virgindade agora... Mas, olha só. Se eu não arrumar ninguém agora, conseqüentemente eu não vou casar, e isso possibilita a idéia de eu ficar virgem pelo resto da minha vida!
_Ai Jesus...
_Thais, olha isso! Que mulher deprimeeeeeeeeente... Sabe do que eu preciso?
_Do quê, Marcela?
_Eu preciso tomar rocutan, não comer, depilar, fazer a unha e ir pra algum lugar! *sorriso do tamanho da cara*
_Marceeeeeeeeeeeela!!! Por outro lado você é inteligente, gosta de filmes bons e música boa, sabe conversar e é muito legal, me faz rir mesmo quando eu tô morta de ciúme e de raiva, conseguiu fazer amizade com o Vinícius super rápido, e pra isso tem que ser muito muito muito muito gente boa. Você é culta e falar isso basta. pensa se você fosse uma barbie como a maioria das menininhas do WR... Pensou?
_É... Pensando bem, acho que eu gosto de ser uma feia cagada mesmo...
_Eu sabia que você ia chegar à essa conclusão!

Diálogo Deprimente // Marcela Valente Haun
postado por às 10:11 PM

Domingo, Outubro 28, 2007

À ninguém, ou à todos.

_Sim?
_Thomas, escuta.
_Francine!
_Escuta. Às vezes, a vida exige uma mudança. Uma transição. Como as estações. Nossa primavera foi maravilhosa, mas o verão acabou e deixamos passar o nosso outono. E agora, de repente, faz frio, tanto frio que está tudo congelado. Nosso amor dormiu, e a neve o tomou de surpresa. E se algo dorme na neve, não sente a morte chegar. Se cuida.

Paris, Je T'aime - Faubourg Saint-Denis
postado por às 5:26 PM

Sábado, Outubro 27, 2007

Capítulo 64 -
Para quem vai esse texto de hoje? Pra mim, ora essa! =B

Praticaram, pelo menos tentaram, a dança (que nem chegava perto de ser uma salsa) várias vezes, com velocidades e graça crescentes, até que em meio à seqüência, Jack se deteve, Ashling foi em frente e, de súbito, viu-se comprimindo a coxa com força contra a dele. De um tranco, parou, mas sem se afastar. Estavam perfeitamente imóveis, petrificados em meio à dança. Com os olhos na altura do queixo dele, ela pensou, distraída: Ele precisa fazer a barba. Era importante pensar em coisas normais num momento desses. Porque, em outro canto de sua consciência, rolava outro tipo de pensamento.

Sushi - Marian Keyes
postado por às 6:59 PM

Quarta-feira, Outubro 24, 2007

Para la - se é que me entende

Agora, chove. Chove pouco, mas chove. Respinga no meu papel e não me importo. Preciso não perder tempo. Aliás, preciso perder um tempo para não perder mais tempo. Estou sozinha, e escrevo para la. Mesmo sabendo que possa não ler, me faz melhor. Pois não há coisa melhor nesse mundo do que jorrar essas palavras no papel. Pensando bem, há coisas melhores sim, como uma tarde la com café. É quase um amor proibido, por ser quase impossível. Um amor platônico seria alguma das descrições. La é com quem queria estar, la é o que quero ter. 'Onde estou, onde estás? Meu amor, vem me buscar.' Mata-me de rir, fala-me de amor. Há nada como um tempo após um contratempo pro meu coração. E agora, já não chove mais. La vem ela.
Tu ris, tu mens trop
Tu pleures, tu meurs trop
Tu as le tropique
Dans le sang et sur la peau.
D'acore, d'acore...


La Francesa - Marcela Valente Haun
postado por às 4:55 PM

Terça-feira, Outubro 09, 2007

Para o Colégio Pequeno Príncipe, que já teve de me agüentar em vários teatros.

Você acha que tudo está perfeito, quando uma das fadinhas resolve gritar.
_O que foi agora, Manoela?
_Professora, preciso fazer xixi!
_Mas, agora? Quase na hora do teatro? Tá bem, pode ir.
E isso, vê-se uma grande correria: todas as outras fadinhas vão juntas.
_Ei, só ela que vai fazer xixi!
Mas, as fadinhas falam todas juntas que precisam ajudá-la a vestir a fantasia e dar uma retocada no batom. Você desiste e vira para o lado e depara com árvore chorando.
_O que foi agora, Rafael?
_Fessora, o Renato disse que o pior papel é o meu!
_Não é verdade, você faz muitas coisas importantes, como... Melhorar a cena do teatro!
_Mas, eu não tenho nenhuma fala.
_Tá bem, no teatro, quando eu fizer um sinal, você fala: oooooooooi!, pode ser assim? Mas só quando eu fizer o si... Não Henrique, você não é o passarinho, você é o coelho!
_Mas, quero ser o passarinho!
_Mas, não existe passarinho na história!
_EU QUERO SER O PASSARINHO!
_Tá bem, você vai ser um pássaro de rabo peludo e de orelhas enormes...
_Tá bom, fessora!
Mas, os problemas não param por aí. Você ouve aquele isopor que encomendou semana passada e que guardou com tanto carinho se quebrando. Era o sol brigando com a Lua. Não adianta nem falar com aqueles dois, porque da última vez que foi tentar separar a briga, um acabou se machucando e chorando.
Olha no relógio: só faltam 5 minutos. As borboletas estavam quietas, o sol e a lua ainda brigam, alguns brincam de espadinha e você já realiza a cena da espada se quebrar, e as fadinhas ainda não voltaram do banheiro. Você decide sentar e tomar água.
Logo quando as fadinhas voltam, você conta e falta uma.
_Cadê a Manoela?
_Tô aqui professora!
Pronto, todos estavam no lugar. Abrem-se as cortinas e Manoela cochicha no ouvido: Fessora, acabei fazendo xixi na roupa...

Teatro Infantil - Marcela Haun
postado por às 10:19 PM